sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

AS MOTOCICLISTAS! MOTO "COM BATOM"

Você ouve um ronco, procura na estrada e avista uma moto...
Quem pilota traja calça de couro, bota, luvas e jaqueta...
De imediato você pensa: “É um homem”. Não! Somos nós,
AS MOTOCICLISTAS!
Hoje somos mais vistas guiando modelos de até 250 cilindradas, mas não é muito raro de se ver uma de nós pilotando máquinas mais potentes sob o olhar admirado e, algumas vezes, preconceituoso de muitos homens.
Longe do perfil da mulher que anda somente na garupa, nós enfrentamos a estrada e “dominamos” facilmente verdadeiras máquinas de duas rodas.
Em geral, a imagem do motociclista está muito ligada à de homens barbudos, fortes e rudes, trajando jaquetas de couro e tatuagens pelo corpo, o que não combina com a feminilidade de uma mulher.



Mas garantimos que não existe problema em conduzir uma moto e preservar o charme feminino.
As damas do asfalto não se diferenciam dos homens apenas pelos acessórios e bagagens. Nós chamamos a atenção de longe. Se os marmanjos preferem os trajes na cor preta, nós investimos nos tons coloridos e cheios de vida. Combinando – na maioria das vezes – com as cores da motocicleta.
Nos encontros, exibimos variados looks e abusamos da criatividade. Nossas jaquetas são modelos mais justos, assim como as botas, que têm salto alto para dar um charme especial. Colocamos botons, laços coloridos, flores, adesivos e, nos eventos, as “motocas” denunciam logo que são de mulheres. A idéia é chamar a atenção mesmo.
Já passou a época em que as mulheres ficavam nas garupas. Hoje, queremos comandar! Na maioria das vezes, somos exigentes e não nos contentamos com pouco. Não queremos apenas ficar nas motonetas ou modelos de baixa cilindrada.
As motociclistas querem sentir o prazer de “desafiar” as superesportistas.
O peso não importa, apesar de algumas de nós nem conseguirem levantar suas próprias motos.
E não nos sentimos inferior por isso, até porque alguns modelos de motos nem um homem sozinho consegue levantar.
Mas os homens não pensam da mesma forma.
No início, eles são preconceituosos, duvidam da nossa capacidade e acham que uma mulher não pode pilotar uma moto maior.
Não confiam em andar na garupa, mas com o tempo isso passa...
Normalmente começamos nossa vida sobre rodas com modelos menores.
Com medo do peso, acabamos optando por modelos de 150 ou 250cc, mas com o tempo tomamos confiança e começamos a subir os degraus até os modelos de maior cilindrada.
Além da satisfação em pilotar uma moto dessas, queremos também chamar a atenção e mostrar nosso diferencial,afinal,
somos mulheres!
Texto e Imagens:
Moto com Batom
Vanessa Daya e Bráulio Biker.


motocombatom.wordpress.com

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